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BETTER FISH
produzimos linguado

Acompanhamos o seu crescimento DESDE O PRIMEIRO DIA até estarem prontos para A SUA MESA.


cuidamos do seu bem-estar

Porque peixes bem tratados são PEIXES MAIS FELIZES. E saborosos.


Sabemos que os peixes bem tratados se sentem mais confortáveis, crescem mais rapidamente e com mais saúde, consomem menos recursos e resultam num alimento de qualidade superior.
É por todos estes motivos que nos dedicamos a garantir o melhor alimento aos nossos peixes, da forma que mais lhes agrada, a manter a água onde vivem a níveis ótimos para a espécie e a investigar as melhores formas de os manter e manusear.

COM UM MÍNIMO DE INTERFERÊNCIA E DE PRESENÇA HUMANA.

as nossas instalações

Dois equipamentos diferentes para acompanhar os nossos peixes EM TODAS AS FASES DE CRESCIMENTO.


BETTER BUSINESS
um negócio sustentável

PAIXÃO, PLANEAMENTO, CONTROLO, ESTABILIDADE E MELHORIA CONTÍNUA.
São os pilares fundamentais do nosso trabalho.


Paixão

Acreditamos que a qualidade das nossas pessoas é fundamental para um bom trabalho e contamos com uma equipa dedicada a cuidar dos nossos peixes.

Mais importante do que um sistema formal de gestão, é o cuidado que cada colaborador deposita naquilo que faz. E essa paixão reflete-se na qualidade do produto final.

PLANEAMENTO E CONTROLO

O sistema de produção escolhido por nós (RAS - tratamos e reutilizamos continuamente a água do mar onde vivem os nossos peixes ) exige um nível de formação, planeamento e controlo pouco habituais no setor.

Esta forma de operar permite-nos fazer uma melhor previsão da disponibilidade de produto, minimizar o risco de falhas de fornecimento e, assim, gerir com mais eficácia as relações comerciais com os nossos clientes.

ESTABILIDADE

O ambiente estável onde crescem os nossos linguados permite-lhes crescer mais com menos recursos. Mas não só. A estabilidade ambiental que proporcionamos aos nossos peixes permite que a sua qualidade não seja afetada pela estação do ano, pela temperatura da água, pelo estado do mar ou pela sua própria maturação, o que se traduz em características nutricionais e organoléticas constantes ao longo do tempo.

É esta estabilidade ambiental que nos permite fornecer o melhor peixe durante todo o ano.

MELHORIA CONTÍNUA

Já não vamos a tempo de inventar a roda, mas podemos sempre torná-la mais eficiente. É isso que fazemos: melhorar continuamente o nosso trabalho e produzir efeitos positivos para todas as partes – equipa, clientes, ambiente, sociedade e acionistas.

Investimos importantes recursos materiais e humanos em projetos de I&D e colocamos sempre a mesma questão: conseguimos fazer melhor o que já fazemos bem?


Por todos estes motivos o nosso linguado É MAIS SUSTENTÁVEL e tem sempre A MELHOR QUALIDADE.

o nosso ciclo

Ao cuidarmos do nosso peixe, estamos a investir no nosso negócio e a TRABALHAR PARA UM MUNDO MELHOR.


paixão pelo que fazemos

Somos uma EQUIPA APAIXONADA de AQUICULTORES PROFISSIONAIS com LONGOS ANOS DE EXPERIÊNCIA.


Habituados a produzir diferentes espécies de peixe em vários países da Europa, os diferentes percursos profissionais e a diversidade de trajetos pessoais são os nossos pontos fortes. Contamos com colaboradores especializados na criação de peixes para consumo alimentar, bem como profissionais com carreiras na ciência e nos negócios.

É assim que conseguimos identificar tendências, solucionar problemas, inovar as nossas técnicas e melhorar a forma como trabalhamos. A nossa equipa divide-se em pessoas que se dedicam à reprodução dos peixes, outras ao seu crescimento e outras ainda que trabalham para que tudo funcione corretamente. É dentro desta organização que os nossos linguados crescem saudáveis e num ambiente confortável.

Esta paixão é colocada diariamente no cuidado aos nossos peixes, para que à sua mesa só chegue o melhor sabor e qualidade.

projeto MAR2020
Designação do projeto | Projeto de Melhoramento da Maternidade de Linguado
Código do projeto | MAR-02.01.03-FEAMP-0036
Entidade beneficiária | SAFIESTELA - SUSTAINABLE AQUA FARMING INVESTMENTS, S.A. (SEA8)
Data de início | 01-01-2016
Data de conclusão | 26-06-2020
Custo total elegível | 244 206.64 €
Apoio financeiro da União Europeia | 91 577.50 €
Apoio financeiro Do Estado Português | 30 525.82 €

Os objetivos principais deste projeto de investimento foram:

a) Promover alterações na maternidade de forma a triplicar a produção de juvenis,

b) Melhorar as operações de rotina diárias e dispor a instalação de maior segurança de funcionamento dos sistemas.

Este projeto engloba alterações nas salas de produção do alimento vivo (rotíferos e artémia), instalação de novos tanques de produção na seção de weaning, obras de proteção do poço de captação de água do mar e a aquisição de equipamentos relacionados com a automação e mecanização de operações de rotina.


Cofinanciado por:

 

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projeto Rearling
Designação do projeto | Rearling - Reprodução Artificial do Linguado
Código do projeto | POCI-01-0247-FEDER-038433
Entidade beneficiária | SAFIESTELA - SUSTAINABLE AQUA FARMING INVESTMENTS, S.A. (SEA8) (SEA8)
Data de início | 01-02-2019
Data de conclusão | 31-01-2021
Custo total elegível | 287.626,30 €
Apoio financeiro da União Europeia | FEDER – 176.172,39 €

O projeto REARLING – Reprodução artificial de linguado, visa desenvolver técnicas inovadoras de fertilização in vitro para o linguado, permitindo assim viabilizar a reprodução desta espécie sem recorrer a reprodutores selvagens.

O fim desta prática, e a subsequente pressão que tem no ecossistema, diminuiria o impacto ambiental da produção, aumentando a sua sustentabilidade.

Um dos grandes desafios que a produção de linguado enfrenta é a baixa produção de esperma de machos nascidos em cativeiro.

O primeiro objetivo é otimizar este processo com recurso a técnicas de reprodução in vitro, já estabelecidas com sucesso em espécies como o pregado e o salmão.

Com uma população de reprodutores produzidos em cativeiro (denominados “F1″) que garanta a estabilidade da produção, consegue-se a reprodução seletiva desta espécie em gerações subsequentes, direcionando-as para a produção de peixes mais saudáveis e com crescimento mais rápido.

Principais Objetivos:

1) Determinação do efeito do uso combinado de gonadotrofinas na produção e qualidade do esperma.

2) Determinar a capacidade do esperma produzido para a fertilização de ovos e explorar o uso da criopreservação para armazenamento deste.

A concretização deste projeto é feita com recurso à competência científica dos investigadores Neil Duncan e Joan Cerdá, em parceria com o Institute for Food and Agricultural Research and Technology (IRTA) e a empresa Rara Avis Biotec.


Cofinanciado por:

 

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projeto Feedmi
Designação do projeto | FEEDMI – Melhoria na resistência a doenças, stress e sustentabilidade ambiental em sistemas de aquacultura através de ferramentas nutricionais e de modulação das comunidades microbianas.
Código do projeto | 31/SI2017
Entidade beneficiária | SAFIESTELA - SUSTAINABLE AQUA FARMING INVESTMENTS, S.A. (SEA8); SPAROS LDA; CIIMAR – UP - CENTRO INTERDISCIPLINAR DE INVESTIGAÇÃO MARINHA E AMBIENTAL, UNIVERSIDADE DO PORTO; IPMA - INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA
Data de início | 01-01-2019
Data de conclusão | 31-12-2021
Custo total elegível | 935.941,9 €
Apoio financeiro da União Europeia | FEDER – 613.242,31 €

O projeto FEEDMI surge como resposta à necessidade de melhoria do crescimento e sobrevivência de larvas e juvenis produzidos em aquacultura.

Para este efeito, procura promover a resistência a fatores de stress e agentes patogénicos através de ferramentas nutricionais e de maneiro.

O foco é nas fases iniciais de desenvolvimento, críticas para uma produção de sucesso.

Nestas fases ocorre a introdução de alimento inerte, um processo em constante evolução científica.

Recentemente surgiu também a necessidade de estudar a introdução de microdietas e o seu impacto no microbioma, nomeadamente o do trato digestivo, e os seus efeitos na saúde e bem-estar do peixe.

Consequentemente, os principais objetivos deste projeto são:

1) Criar alimentos funcionais para as primeiras idades dos peixes, que modulem a sua imunocompetência e a comunidade microbiana no trato digestivo.

2) Criar uma ferramenta informática que permita melhorar a gestão da dieta no linguado.

3) Desenvolver tecnologia para modular a comunidade microbiana do biofilme de pisciculturas.

Na fase final do projecto, estes produtos serão demonstrados à escala industrial como uma solução integrada.

O desenvolvimento é feito por um consórcio de empresas e grupos de investigação como a SPAROS Lda, PME pioneira no desenvolvimento de soluções nutricionais para o mercado da aquacultura; a SAFIESTELA, uma maternidade de sucesso no cultivo de linguado.

A Universidade do Porto, o Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), entidades não empresariais que providenciarão um cariz inovador ao projeto através da sua elevada competência científica.


Cofinanciado por:

 

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projeto Site
Designação do projeto | SITE - Sistema integrado de tratamento do efluente com macroalgas.
Código do projeto | FA_05_2017_010
Entidade beneficiária | AQUACRIA PISCÍCOLAS SA - (SEA8); CIIMAR – UP - CENTRO INTERDISCIPLINAR DE INVESTIGAÇÃO MARINHA E AMBIENTAL, UNIVERSIDADE DO PORTO
Data de início | 15-08-2019
Data de conclusão | 14-08-2021
Custo total elegível | 196.934,00 €
Apoio financeiro da União Europeia | 113.700,00 €

O projeto SITE vem contribuir para a promoção de uma economia circular com o uso integrado de recursos marinhos. Procura dar valor ao efluente de aquaculturas como fonte de nutrientes, podendo assim ser rentabilizado na produção de espécies de algas com valor comercial.

A AQUACRIA (SEA8) é parceira neste projeto, procurando dar resposta às elevadas concentrações de nutrientes associadas à produção piscícola. Procura assim diminuir o seu impacto ambiental e aumentar a sua produção sustentável. O projeto será também uma mais valia para a reutilização da água proveniente dos tanques, oferecendo uma etapa adicional de tratamento, aumentando assim a qualidade da água que por sua vez potencia o crescimento e bem estar dos peixes.

O projeto, com todos os seus parceiros, vem gerar conhecimento em sistemas de produção inovadores, com o estudo de novas espécies para produção comercial ao mesmo tempo que valoriza os subprodutos das aquaculturas minimizando a sua pegada ecológica.

As tarefas a desenvolver neste âmbito são:

1) Desenhar, construir e otimizar um sistema de produção de algas;

2) Selecionar as espécies de algas mais adequadas para as condições ambientais;

3) Caracterizar a bioquímica das algas em produção;

4) Realizar uma análise económica do sistema IMTA (Integrated Multi-Trophic Aquaculture).

Neste projeto, além da AQUACRIA (SEA8) participa também a Universidade do Porto, o Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR).


BETTER WORLD
cofinanciado por
certificados
a aquacultura é importante

O nosso nome é SEA8 porque a AQUACULTURA É O OITAVO MAR. A resposta para PRESERVAR OS RECURSOS MARINHOS COMO SEMPRE OS CONHECEMOS.


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A Marine Conservation Society – ONG britânica presidida por Sua Alteza Real o Príncipe de Gales e que se dedica a defender os oceanos, a reduzir a sobre-exploração de stocks e a promover alternativas sustentáveis às espécies ameaçadas – classifica o linguado como espécie em risco e desaconselha o consumo de animais capturados no mar, com o objetivo de proteger a espécie. De um total de 20 zonas de captura e artes de pesca identificadas por esta ONG, 75% são consideradas como não sustentáveis.
A Comunidade Europeia acaba de aprovar as quotas de pesca para 2014, e a quota para o linguado foi reduzida pelo segundo ano consecutivo, também com o objetivo de tentar recuperar os stock naturais.
O linguado produzido pela Sea8, com recurso a tecnologia de recirculação de água, permite levar ao cliente final um produto de excelente qualidade, sustentável e socialmente aceitável em mercados sofisticados.

como funciona a aquacultura

Aquacultura 3.0. UM OUTRO NÍVEL DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA.


Aquacultura 3.0 foi a designação criada por um dos nossos investidores para diferenciar o nosso sistema de criação de peixes.
Na Aquacultura 3.0 aplicamos tecnologia de ponta e métodos inovadores para proporcionar aos nossos linguados as melhores condições de estabulação e a estabilidade ambiental de que necessitam para fazer uma utilização ótima dos recursos disponíveis.

Nesta nova terminologia, Aquacultura 1.0 corresponde à forma tradicional de criar peixes, em antigas salinas convertidas e alimentadas pelas marés, com um reduzido nível de controlo sobre os animais, o seu ambiente ou o seu desempenho zootécnico.
Aquacultura 2.0 engloba a produção em jaulas flutuantes no mar e em tanques construídos, em ambos os casos sem tratamento de água ou de efluente e sem controlo sobre o ambiente no qual os animais se encontram estabulados.

A Aquacultura 3.0 descreve aquilo que acreditamos ser o modelo mais adequado para criar os nossos linguados: estabilidade ambiental, bem-estar animal, sustentabilidade e previsibilidade. Para nós, o sistema perfeito.

Este modelo é constantemente melhorado em função dos resultados de investigação e desenvolvimento realizados pela Sea8, focados essencialmente no linguado e no sistema de produção. Os resultados e as conclusões dos projectos de I+D da Sea8 serão publicados aqui de forma periódica.

mitos da aquacultura

Nada COMO alguns FACTOS para ACABAR COM MUITOS MITOS.


A Aquacultura polui o ambiente.
A aquacultura gera resíduos, tal como qualquer outra atividade produtiva. Mas o nosso sistema de produção (RAS) permite-nos reutilizar nutrientes habitualmente desperdiçados. Através da Aquacultura Integrada Multitrófica os nutrientes não utilizados pelos peixes servem de alimento para outras espécies como as ostras, as algas e uma grande variedade de plantas.
Esta combinação de tecnologias permite melhorar de forma muito significativa a qualidade dos efluentes de aquacultura e gerar novos produtos com valor acrescentado. Esta é a missão da aquacultura do século XXI: mais sustentabilidade gera mais rentabilidade com os mesmos recursos.
Os alimentos para peixes poluem o ambiente e têm má qualidade.
Os alimentos para peixes poluem o ambiente e têm má qualidade. Agora, esta imagem pertence ao passado. Os alimentos que hoje são usados na aquacultura respeitam o equilíbrio entre a qualidade e a segurança, tanto para os peixes como para quem os vai comer. E tudo, com o mínimo de impacto ambiental e o máximo de poupança.
Para conseguirmos este equilíbrio, utilizamos matérias primas provenientes de bancos de pesca bem geridos e certificados, da indústria de preparação de peixe e também ingredientes selecionados de origem vegetal. Além disso, temos o cuidado de avaliar e garantir o valor nutricional dos alimentos que usamos.
Apenas os ingredientes certificados e aprovados podem ser utilizados na alimentação em aquacultura e, por isso, cada nova matéria prima tem que ser aprovada pela EFSA.
A Autoridade Veterinária de cada país faz ainda despistes periódicos e aleatórios de ingredientes proibidos, garantindo desta forma um elevado nível de segurança alimentar.
A aquacultura é muito importante para reduzir as necessidades mundiais de peixe e produtos do mar. As reservas marítimas do nosso planeta têm fim e comer peixe de aquacultura ajuda a preservá-las.
O peixe de aquacultura tem menos qualidade.
Independentemente da forma como são produzidos, todos os peixes são importantes fontes de proteínas facilmente digeríveis, de ácidos gordos polinsaturados, de vitaminas A e D e de sais minerais (iodo, zinco, magnésio, ferro, selénio) e apresentam um baixo teor de colesterol. O peixe de aquacultura tem até um nível mais elevado de gorduras insaturadas, que são ricas em ácidos gordos ómega 3 de cadeia longa. Os seus níveis elevados de ácidos gordos ómega 3 de cadeia longa (EPA e DHA) contribuem para a prevenção de doenças cardiovasculares, neurológicas e até de certos tipos de cancro.
Além disso, o peixe de aquacultura é sujeito a controlos regulares de segurança alimentar, desde a fase de produção até ao momento em que o vê na banca da peixaria. E assim a qualidade é sempre garantida.
O peixe de aquacultura é menos nutritivo e menos saboroso.
A qualidade nutricional do peixe de aquacultura depende da sua alimentação, especialmente na fase de crescimento. O alimento que é dado aos nossos peixes fornece todos os nutrientes essenciais: proteínas, vitaminas, sais minerais e ácidos gordos polinsaturados do tipo ómega 3 de cadeia longa. Por isso, comer peixe de aquacultura contribui para uma dieta rica e equilibrada. A Agência Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) recomenda o consumo diário de 500mg de ácidos gordos polinsaturados da série ómega 3 (EPA e DHA). Duas refeições semanais com peixe de aquacultura são suficientes para ingerir esta quantidade de ómega 3.
Quanto ao sabor, a maior parte das pessoas não distingue o peixe selvagem do de aquacultura. Em provas cegas o peixe de aquacultura é normalmente bem aceite, tanto pelos consumidores como por provadores especializados. Porque faz bem e sabe bem, o peixe de aquacultura é um excelente ingrediente para as suas refeições diárias ou num prato especial. O peixe de aquacultura é capturado de forma ajustada à procura, e por isso é sempre comercializado muito fresco. E frescura é bom sabor.

Para além das opiniões expressas pelo grupo de especialistas que amavelmente partilharam com a SEA8 os seus conhecimentos e experiência para esclarecer alguns mitos habitualmente associados à aquacultura, sugerimos também a leitura da informação disponível no website da NOAA, entidade responsável pelos temas dos oceanos e da atmosfera nos EUA.